Hillary – Eai galera, bão ?! papo de barbudo começando de novo, quer dizer, mais uma semana. Eai veio, papo de barbudo hoje é mais a minha cara do que você imagina, tudo bem ?! Mais uma semana junto com o confraria da barba pra trazer pra você esse universo masculino que se cuida, que faz a barba, que tem família, tem trabalho legal. Aqui do meu lado Carlão, eu todo vídeo falo que ele é meu amigo. Ladir, são os caras lá, o cérebro dessa, não vou falar microcervejaria, cervejaria Campinas. Cervejaria Campinas porque? Porque a gente é da região de Campinas e eles são de Campinas, legal isso, levar o nome da cidade né, e vocês estão levando o nome da cidade pelo país todo, o mundo todo na verdade. 

Meu a princípio, porque cerveja, os cara se já era pingaiada quando moleque é isso mesmo, porque vocês são moleque vocês não são velhos, mas porque o interesse por cerveja vocês hoje, pra ter a Cervejaria CAMPINAS?! 

 Ladir – Olha vou falar primeiro eu depois o Carlão porque tem outra história que eu. Eu sempre gostei de beber, mas sempre bebi porque eu apreciava não pra ficar louco, chapado e tal, nunca tomar cachaça nada. Até hoje eu não tomo muito destilado, nada disso, eu tomo cerveja, porque eu gosto de cerveja de qualidade e apreciar, curtir o momento e tal tem que fazer churrasco né, conseguir beber enfim. Pra mim é isso, cerveja pra mim é isso agora Carlão é muito mais claro que eu. 

 Carlos – pra mim a cerveja já faz parte da minha vida há 30 anos né, eu quando recém formado eu vim pra Campinas e consegui estagiar.

 Hillary – “ formado em que Carlinhos ? “ 

 Carlos – Eu sou formado em química,em  91 eu formei em química e 92 eu vim pra Campinas e comecei a trabalhar —— com altos alimentos e eles me abriram lá o espaço e eu fui trabalhar na sessão de fermentações industriais. Então eu tive contato com tudo. Meu interesse era bebidas. Eu comecei a ver que o mercado de microcervejarias começou a crescer nos Estados Unidos .

 Hillary – isso a 30 anos atrás, não?

 Carlos – não, isso em 92 

 Hillary – uns 25 anos

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tap house cervejaria CAMPINAS

 Carlos – e olha que incrível, em 93 veio um americano no Brasil montar uma microcervejaria, e aí ele me encontrou falou “ cara não quer trabalhar comigo ? e eu fui trabalhar com esse cara. Em 93 eu tive contato com a primeira Pale Ale do Brasil .

 Ladir – mas quando o Carlão fazia a cerveja em casa, que hoje é moda cervejeiro caseiro ele era bem bruxo, imagina a 30 anos atrás né

 Hillary – alquimista né, era o alquimista né

 Carlos – é o que chegava no porto de Santos lá, eram as mostras que eles retiravam que vinham para as grandes cervejarias, a gente brigava para comprar aquelas amostras lá .

 Hillary – e aí se ficava amarrado com a qualidade que eles pediam, porque eles pediam aquilo e você tinha que ficar brigando lá

 Carlos – “ total, total

 Hillary – é mais ou menos a mesma linha

 Ladir – tenta imaginar assim, tenta imaginar assim, fico imaginando os amigos do Carlão há 30 anos atrás fazendo bullying com ele, “ eles falam tá lá o Carlão tentando fazer uma brahma, tentando fazer umas brahma.

 Carlos – ou alguma coisa assim. 

 Ladir – porque brahma foi o sinônimo de cerveja. 

 Hillary – sim sim

 Carlão – ser tratado dessa forma é uma bacana, as primeiras né que a gente né passagens do que que acontece se não tinha o controle microbiológico como você tem hoje.

 Ladir – se não tinha

 Carlos – umas coisas que você tem hoje que facilitam bastante, então claro que algumas vezes você não tinha moleza, eu confiei “ 

 Hillary – dava umas dor de barriga no meio ?!

 Carlos – é o que acontecia

 Hillary – não to falando que é falta de higiene.

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Cervejaria CAMPINAS

  Carlos – não é nem a dor de barriga é o líquido mesmo, o negócio ficava asséptico o negócio aí não dava nem pra tomar. Tomar uma cerveja contaminada, ninguém toma. Não tem como tomar cerveja contaminada.

 Hillary – tinha aquele amigo que tomava e falava “não foi eu que fiz “ colocava o cara falava “ humm“

 Carlos – isso é o que mais tem, isso era o que mais tinha, agora  a gente tinha que, agora eu vou adiantar algumas coisas. Em 1988, 89 a Kaiser veio com uma ideia, vamos se dizer aliás, veio com uma ideia de colocar uns estímulos à mais, então ela lançou a mais, cara aí foi um fracasso totalmente.

 Carlos – a boa é que ainda teve um resultado um tanto positivo, mas ela viu que calma não é o momento, não é o time, mas ela chutou a bola.

 Hillary – na verdade ele decidiu que tem que manter um controle porque agora abriu o leque é aquele negócio, pra você que tá em casa deve ter presenciado isso tipo você enjoado, o legal é chegar um amigo com um negócio desse aqui, como é que chama isso ?!

 Ladir – é growler

 Hillary – Growler, porque aí é onde você vai até uma cervejaria dele, coloca a cerveja que você prefere

 Carlos – do estilo que você mais gosta

 Hillary – Do estilo que você mais gosta e leva, por um preço legal e leva para onde você quiser. Qual custo que você vai ter ? Uma vez de comprar esse negócio que é bonito e levar para presentear seus amigos. É mais ou menos aquela coisa que você foi convidado por um amigo pra comer na casa dele e levar um vinho que é aquele negócio bonito. Hoje você levar uma cerveja no churrasco né ou um almoço informal com seu amigos faz parte da cultura também e mostra o bom gosto de cada um né .

 Ladir – com certeza

 Hillary – E isso é bem legal cara. Quantos rótulos vocês tem lá na Cervejaria CAMPINAS, estilos?

 Ladir – estilos diferentes a gente tem oito estilos.

 Hillary – oito estilos

 Ladir – em garrafas agora a gente tem quatro estilos e a gente tá agora nesse mês de outubro estourando início de novembro a gente vai lançar mais dois estilos mais dois na garrafa. Então hoje na garrafa q gente tem quatro estilos da escola americana de cerveja. A escola americana de cerveja ela basicamente pegou o que já tinha na escola inglesa a sei lá, cinquenta anos atrás e botou os lúpulos característicos que nascem nos Estados Unidos na região do Oregon no norte da Califórnia, alguma região lá. Que são lúpulos que te dão o aroma cítrico e eles usavam muito, usam muito e aí da muito mais o amargo para a cerveja. Então essas quatro que q gente tem, tanto é que a gente deu um nome pra ela de forasteira que é tipo quem vem de fora, alguma ligação com o velho Oeste, com os Estados Unidos assim.

 Hillary – caveira

 Ladir – caveira assim

 Hillary – é um estilo assim que tem tudo haver comigo

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Estilos de Cerveja Artesanal CAMPINAS

 Ladir – e aí são quatro estilos: uma cerveja de trigo americana, uma cerveja lata que é tipo Pilsen, mas ela é uma lata que é da escola americana. Uma Amber ale que é tipo red ale e uma IPA que é uma Índia Pale Ale. Então a gente tem esses quatro na garrafa, agora dentro do, por exemplo aqui ó, isso aqui é uma garrafa pet, um litro de chope, cerveja viva, Pilsen, a gente não coloca na garrafa normal pasteurizada. A qual que é a diferente entre chope e cerveja é uma boa pergunta. O pessoal faz sempre lá na fábrica da Cervejaria CAMPINAS.

 Hillary – é então 

 Ladir – qual a diferença entre chope e cerveja? Chope não é pasteurizado, essa é a grande diferença. Toda cerveja.

Hillary – exceto chope

Ladir – é é isso. Quando vai pra garrafa em geral, em geral quando vai pra garrafa ela é pasteurizada, e aí ela ganha vida. Ela ganha seis meses de vida, nove meses de vida, um ano de vida.

 Hillary – Então o que você falou agora da cerveja viva é essa cerveja.

 Ladir – que é o chope

 Carlos – que é comercializada assim

 Ladir – é. Tem uma comparação bem boba que é o seguinte: o leite integral e o leite longa vida. O leite integral tem que manter refrigerado, abriu tem que consumir. O leite longa vida você abriu a caixinha, colocou na prateleira, seis meses de vida. A receita, a faca é a mesma a diferença é que a que foi pra caixinha longa vida foi pasteurizada. A cerveja que vai na garrafa que vai para a prateleira a mesma coisa, foi pasteurizada. Agora a receita é a mesma. O chope é aquela cerveja viva entendeu. 

Hillary – nossa sensacional

 Carlos – agora é muito mais saboroso

 Ladir – exatamente

Hillary – e cara é inspiração para fazer as cervejas, o que que é isso, que a gente já falou do lança da alquimia que é bem legal. É tipo “vou colocar” ?! 

 Carlos – hoje existem centenas de estilos, agora você fala não eu vou, desses estilos eu vou escolher um e vou lançar no mercado. Então é um pouco de feeling né, porque você precisa saber 

 Hillary – porque é a identidade de vocês 

Carlos – com certeza

 Hillary – porque vocês não copiam cerveja, vocês fazem cerveja

 Ladir – exatamente 

 Carlos – é isso aí

Hillary – e vocês tem um padrão de cerveja meio que assim

 Carlos – só que é assim, a gente senta, bebe muito, fala sobre aquele estilo e a gente fala “ó vamos chutar a gente quer assim, o produto assim né, amor no produto “

 Hillary – já aconteceu de vocês pegarem uma receita só numa degustação e falar não peraí eu vou fazer mais assim. 

 Carlos – uma ressalva, mas isso acontece sempre, sempre. Faz o lote e a partir, é isso. O malte da o corpo e o lúpulo da o tempero e aí vai da boa mão do cervejeiro ali e das boas práticas de fabricavam.

 Hillary – porque a experiência, você Carlão que trabalhou em cervejarias, é claro que a cerveja lá é artesanal naquela época isso já faz há 20 anos atrás, uma cervejaria que eu acho que … 

Carlos – que veio pra Campinas

 Hillary – que veio pra Campinas e aí virou um monte de coisa

 Carlos – há 20 anos atrás a gente já fabricava cerveja artesanal

 Hillary – isso e ninguém conhecia

 Carlos – e ninguém conhecia

 Hillary – e engraçado

 Carlos – no início tinha muita crítica, um pouco de rejeição por causa da cor, o sabor do amargo. Mas começaram a tomar, começaram a ver 

 Hillary – tinha gente que tomava destilado junto, tomava uma garrafa de vodka e 5 litros de cerveja e falava que a cerveja que tinha dado dor de cabeça no outro dia né. A mistura que o cara fez já estragava o negócio. Mas aí tinha gente que nem imaginava que tinha um mestre cervejeiro dentro daquele lugar por trás de tudo aquilo né. Hoje a cervejaria Campinas tá fornecendo pra Campinas é claro?

Ladir – não a gente tem Valinhos, Paulínia, Hortolândia, Maranhão, Palmas. Palmas e o paraíso do Tocantins 

Hillary – o país todo

Ladir – mas pra fora é pouco, nosso foco é aqui né 

Carlos – cerveja artesanal e Cervejaria CAMPINAS

 Ladir – cerveja artesanal é regional, local 

Hillary – então eu vou deixar aqui pra você que tiver interessado em beber a cerveja dos caras, quer provar em grande quantidade, em menor quantidade, conversa com os meninos e aí eles fazem uma maneira de chegar até você. As vezes você tem a Cervejaria Campinas perto de você, do bairro perto de você que ele já falou do Maranhão e você nem percebeu que é daqui do nosso rolê né.

 Ladir – verdade

 Hillary – muito bom isso cara

 Ladir – verdade

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cerveja artesanal CAMPINAS

 Hillary – muito bom mesmo. E meu a barba, aderiu?

 Ladir- cara, aderi sim. Eu tenho uma história da barba né, tenho que falar da história barba né .

 Hillary – sim sim 

 Ladir – eu tenho uma história com a barba 

 Carlos – a história da barba e da microcervejaria não foge muito

 Ladir – é assim

 Hillary – se viu a história de um mestre cervejeiro que fez uma cerveja com a barba dele 

 Ladir – tem uma história que é o seguinte, eu tava refletindo sobre isso. Quando eu tava na faculdade eu fazia engenharia mecânica. Eu sou engenheiro mecânico. A maior probabilidade de trabalho fora da faculdade era banco, gravata e fazer a barba todo dia não consigo, porque sangra e tal não curto, não rola. Aí fui pra uma área mais técnico tal e fui pra área de manutenção. Aí na área de manutenção eu tinha a minha liberdade lá, então eu ficava no meio dos equipamentos lá na turma da oficina e aí eu consiga fazer a barba a cada 4 ou 5 dias e aí não tinha muita crise. Só quando tinha alguma reunião com alguma diretoria que aí eu tinha que fazer e tal e aí foi passando o tempo eu fui cansando também de ter que ficar fazendo barba e aí fui crescendo dentro das empresas e aí fui ficando cada vez mais ficando de fazer reunião com diretoria entendeu, aí eu falei “ pô tá foda ficar fazendo barba todos os dias, todos os dias , quero um negócio que eu possa ficar barbudo. Aí o Carlão “ Ladir vamos vamos “ aí eu larguei tudo pronto, fui para a cerveja.

 Hillary – e você consegue se ver sem barba? 

 Ladir – consigo consigo 

 Hillary – não se consegue ficar “não agora eu vou tirar a barba e agora vou ficar com a cara limpa, bumbum de nenê“

 Ladir – não então é foda. Recentemente tá ficando cada vez mais difícil porque, eu to com essa barba faz uns 3 ou 4 meses, mas pra daqui 1 mês tirar de novo e deixar crescer de novo não tem problema

 Carlos – pra quem trabalha muito o cara tem que ter barba. Não tem jeito

 Hillary – mas é aquele negócio você fica uma vez assim

 Carlos – quando você toma uma cerveja artesanal

 Ladir – falar nisso o copo tá vazio 

 Carlos – quando você faz a barba em uma barbearia dessas de qualidade você vai voltar sempre. É muito diferente cara, vale a pena porque é maravilhoso 

 Hillary – e outra coisa 

Carlos – o cara nunca fez, o cara vem e faz a barba aqui ele vai voltar todo mês 

 Hillary – então

Carlos – e outra eu não tenho cabelo não mas eu to sempre aqui

  Ladir – o cara essa aqui é uma SB estilo inglês, ela tem uma parte da maturação dela com Carvalho 

 Hillary -nem to gostando

 Ladir – lembra Jack Daniels sabe 

 Hillary – é mesmo

 Ladir – a essa cerveja aqui é o cão cara. Ela foi fruto de um reality show que a gente fez. A gente fez uma produção de vídeo igual o confraria da barba faz muito boa. Tá no nosso canal do YouTube, a gente botou quatro cervejeiros paneleiro caseiros e mais quatro pessoas nada a ver e aí pra fazer uma receita. E aí a gente deu o desafio faça uma SB do jeito que vocês quiserem com um ingrediente especial. E aí um fez com Carvalho o outro fez com cravo, o outro com rapadura e o outro fez com gengibre. E aí a que ganhou a gente adequou a nossa receita SB que a gente já tinha e fizemos essa lata 

 Hillary – é legal vocês abrem leques pra novos 

 Ladir – a ideia da microcervejaria é ter esse negócio regional é você ter essa coisa pessoal

Hillary – aquele negócio feudal né, você trazer a pessoa pra dentro pertinho, você começa como amigo, um fala para o outro , que fala pra outro, que fala pra outro

Ladir – e transmitir também

Hillary – é mas é meu a qualidade vem junto com o sucesso e isso e inevitável né. E eu espero muito que realmente foi um prazer conhecer você e o Carlão da Cervejaria CAMPINAS que sabe que sou fã e cara e vê aonde vai chegar né, não onde chegou porque isso aqui eu não dúvida do talento

Carlos – e só o começo

Hillary – é só o começo né e vai ouvir falar muito ainda de cervejaria Campinas. E cara a gente vai ficando por aqui, engraçado que tem muito assunto, muito assunto. Vamos fechando por aqui. 

Carlos – valeu galera

Hillary – hoje foi um dos dias da hora. Tá cada vez melhor essa confraria. Valeu, ficando aqui mais um papo de barbudo, espero que vocês tenham gostado desse papo com a Cervejaria CAMPINAS. Da um call, um Feedback, curte o canal, comente aí pra gente, compartilha com seus familiares, seus amigos barbudos, tamo aí, uma boa semana. Bom bom. Tchau tchau.

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